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Jonas Mekas e Stan Brakhage Editar

Stan Brakhage, em mais de 40 anos de carreira, fez 200 filmes nos quais explorava o que chamou de fluxo-de-consciência-visual. Utilizando-se de diversas técnicas cinematográficas (superposição de planos, uso de filtros, etc.) ou trabalhando diretamente no filme (pintando, escrevendo e colando objetos na película), o cineasta procurou filmar a própria expressão da percepção visual, em filmes com temas que variam do social (como “The Act of Seeing With One’s Own Eyes”) ao profundamente íntimos (como “Window Water Baby Moving” e “Wedlock House”).

Jonas Mekas, crítico de cinema e figura influente no mundo cinematográfico a partir dos anos 60, ficou conhecido principalmente por seus longos e profundos documentários que mesclavam brilhantemente o político e o pessoal. “The Brig”, entretanto, é um experimento com o teatro, uma peça filmada com uma câmera-de-mão, de forma livre, plena de closes extremos. Uma descrição ultra-realista da degradação física e mental de marinheiros em uma prisão.

  • “Wedlock House: An Intercourse” (EUA, 1959) - 11 min. Direção e Roteiro: Stan Brakhage. Com: Jane Brakhage e Stan Brakhage
  • “Window Water Baby Moving” (EUA, 1962) - 12 min. Direção e Roteiro: Stan Brakhage. Com: Jane Brakhage, Myrrena Brakhage, Stan Brakhage.
  • “Mothlight” (EUA, 1963) - 4 min. Direção: Stan Brakhage.
  • “Eye Myth” (EUA, 1967) - 12 sec. Direção: Stan Brakhage.
  • “The Act of Seeing with One's Own Eyes” (EUA, 1971) - 32 min. Direção e Roteiro: Stan Brakhage.
  • “Water for Maya” (EUA, 2000) - 3 min. Direção e Roteiro: Stan Brakhage.
  • “The Brig” (EUA, 1964) - 66 min. Direção e Roteiro: Jonas Mekas e Adolfas Mekas. Com: Warren Finnerty, Jim Anderson, Henry Howard, Tom Lillard

Total: 2h18 min.