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01/12/2006 - “A Marca do Assassino”, de Seijun Suzuki Editar

“A Marca do Assassino” é a história de Hanada – terceiro matador na escala da Yakuza e fetichista por cheiro de arroz – que se torna alvo do misterioso “No. 1” e da sua organização após o aparecimento de uma estranha mulher. Mas também é uma poética paródia dos filmes de gângster japoneses que, além de superar os originais, é absurdamente inovador em seus enquadramentos bizarros, em sua estranha fotografia e na inventiva utilização de uma montagem fragmentada. Após a conclusão deste filme, Suzuki foi despedido de sua produtora - acusado de “fazer filmes que não ganham dinheiro nem fazem sentido”, voltando ao cinema apenas no final da década de 70. A partir daí seus filmes foram reconhecidos, e suas pesquisas estéticas influenciaram diretamente o cinema de diretores como Quentin Tarantino, Wong Kar-Wai, Jim Jarmusch e Takeshi Kitano.

  • “A Marca do Assassino” (“Koroshi no Rakuin”, Japão, 1967) – 98 min. Direção: Seijun Suzuki. Roteiro: Hashiro Guryu e Takeo Kimura. Com: Jô Shishido, Mariko Ogawa e Koji Nambara.

Total: 1h38 min.

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